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Mostrando postagens com o rótulo O Último Baile do Império

Simplesmente Angelina

Conheçam a pequena e doce Angelina Pepe dos Santos. Ela nasceu dia 09.08.2013, com 2,800 kg e 47 cm. Ela existe de verdade e sua candura me encanta...! Espero um dia ver a moça na qual ela se tornará e poder agradecer por sua existência que, além de trazer muita felicidade a seus pais (a mamãe dela é irmã de uma amiga e leitora de tempos, a Sabrina Pepe, que é mestra em escrever uma resenha maravilhosa), trouxe mais um significado e sentido a minha vida. Depois de ler meu primeiro livro escrito e publicado O Último Baile do Império , a mamãe dela soube que nome dar à filha que estava esperando. Sim... Minha idealizada filha gráfica, não menos verdadeira e profundamente real dum sonho etéreo de letras e sonhos: Angelina Sá de Aragão. No entanto, ao contrário daquela, nossa Angelina de carne e ossos terá na vida apenas ventura, assim faço votos no Pai Eterno. Que tua infância seja de sorrisos atrás de sorrisos e que cada descoberta te deslumbre como tua exist...

♫ ♪ O Último Baile do Império - Trilha Sonora ♫ ♪

Durante muito tempo havia aqui no blog uma lista de reprodução com cada uma das composições que me inspiravam enquanto eu escrevia O Último Baile do Império . Depois o site que a hospedava parou de funcionar e eu fiquei de ajeitar e nunca me lembrava. Mas agora eis aqui!!! A trilha tocou no Chá Imperial de lançamento do livro em 23.07.2011, uma noite inesquecível e muito, muito emotiva. ♫  ♪  ♪  ♫   ♪  ♫  ♫  ♪  ♪  ♫   ♪  ♫  ♫  ♪  ♪  ♫   ♪  ♫  ♫  ♪  ♪  ♫   ♪  ♫    ♪  ♪  ♫   ♪  ♫  ♪  ♫   ♪  ♫  Ouça a lista completa no YouTube Standchen (Serenade ou Serenata) - Schubert Impressões Seresteiras - Heitor Villa Lobos Polonaise - La bemol Op.53 - Chopin As Ilhas dos Açores - Madredeus Haja O Que Houver - Madredeus Fascinação - Elis Regina Corta-Jaca - Chiquinha Gonzaga O Pastor - Madredeus Noturno Op. 2 n 9...

O Último Baile do Império - Digital (Trailer)

Quero contar para vocês que tenho meu primeiro romance publicado, dentre os meus livros o mais vendido,   O Último Baile do Império , disponível para venda AQUI  no portal AMAZON . Só de pensar que não só ele, como todos os meus livros publicados estão disponíveis para leitores de todo o mundo, me dá uma calorosa batedeira no coração. *-* As mídias digitais, de fato, chegaram para dar, além do que tem feito a internet e rede sociais, ainda mais uma chance para autores que trilham o caminho independente. O preço das obras se torna incrivelmente acessível, a medida que se torna cômodo adquiri-las. Encontra-se disponível por lá Por Falar em Disputa..., Haicai Para Crianças - Sentidografias (aguardem uma srupresa para breve) e o recém lançamento De Amor e Destino . Além de Serenata , lançado também esse ano, no Dia da Poesia, que está disponível gratuitamente para download no 4Shared (ver 'Obra' ou na barra lateral do blog). E, ainda, para completar minha alegria, ...

O Último Baile do Império - 3ª edição.

E novos exemplares de Por Falar em Disputa... Depois de fazer livros em casa, tentar editoras, fazer mais livros em casa (passando raivas, alegrias - emoções), desistir das editoras, ir para baixo e para cima com livros no lombo, na bolsa, embaixo do braço e até no carrinho de feira, distâncias sem fim, os tempos já não são mais tão ruins assim. Não que sejam prósperos. Mas ao menos não tenho mais que criar algumas bolhas nos pés para levar miolo lá, traz capa de não sei aonde, monta tudo aqui para ver o brilho de um sonho ganhar forma real. E tudo que alcancei, stresses a parte, eu agraço primeiro ao meu SENHOR. Todas as minhas alegrias são dele, pois sem Ele todas as coisas são impossíveis. Nenhuma folha cai de uma árvore se não for pela sua vontade. E nisso há muito mistério. Que GRANDE mistério pensar o modo que cheguei até aqui, as pessoas fabulosas que conheci. Sinto uma grande emoção em apresentar a vocês, que me acompanham, essa terceira edição do meu primeir...

Lançamento de O Último Baile do Império

Bem, esse é outro post emocionado que escrevo. Ainda mais depois de algum tempo sem postar. Não hei de chaleirar vocês, tão amáveis leitores, com aquelas sentimentalidades das outras vezes, embora esteja inspirada para tanto. Quero convidar tooooodoooo mundo para comparecer a esse dia que, repetindo, tenho esperado a vida toda. Desde que escrevi minha primeira história de amor, A Princesa Pobre, aos 7 anos. Será o dia do lançamento do meu primeiro romance. Não foi o primeiro que comecei, mas foi o primeiro que terminei. Foi o que o Senhor usou para me enviar os mais amáveis amigos, e aquele que me concedeu a Serenata, de Schubert, que não conhecia. Foi o que capturou nas palavras tanto do meu viver, do meu ser, do meu sonhar. O Último Baile do Império Sintam no convite o aconchego que os espera no próximo sábado! Venha tomar um chá em pleno Século XIX, nesse sarau de fins de julho de 2011! Sei que terão muitos que lá estarão com o coração, porque gostariam de estar de corpo ...

O Último Baile do Império - Final

Como essa história aconteceu? Não leu as outras partes? Clique aqui: Parte I , Parte II e Parte III Uma noite, certamente foi em maio, eu não tinha aula e o Matheus me levou a faculdade especialmente para eu ver se o Professor havia terminado de ler e corrigir. Imaginem minha ansiedade? Quando me viu já sabia o que eu queria. Ele: “Terminei, sim! Tenho de pegar porque deixei no carro.” Enquanto íamos até o estacionamento, encoberto naquela noite por um céu estrelado, disse ele para a pretensa escritora que aguardava o parecer que, quem sabe, determinou seu futuro fazendo-a escritora: “Os erros de concordância e gramática haviam. Mas estou impressionado!... Não perdeu a linha da narrativa uma vez sequer e não pude desvendar até que fosse esclarecido o mistério da morte de Estela de Aragão.” Eu não tinha palavras e apenas o aguardava pegar o volume impresso em papel reciclável. “Essa narrativa parece Janete Clair, Aline.” Janete Clair? Sei que agradeci a ele um pouco emocionada un...

O Último Baile do Império

Como essa história aconteceu? — III Não leu a primeira e segunda parte? Clique aqui: Parte I ou Parte II Em dezembro do mesmo ano em que fui a Paquetá, entre o natal e o ano-novo conheci o Matheus, e antes que 2002 chegasse começamos a namorar. Nos anos que se seguiram, noivei, conheci o Erico Verissimo quando me obrigaram a ler Um Certo Capitão Rodrigo (hoje agradeço tanto!), conheci O Tempo e o Vento e Clarissa, casei numa festa com quase tudo que sonhei, entrei na faculdade para cursar pedagogia, me tornei vegetariana, tive minha ansiada filhinha, virei uma d. Bauducca/Menina da Cesta/Chapéuzinho, conheci a transdisciplinaridade e o complexo – ufa! Todas essas coisas que, em particular, mudaram minha vida eu consegui resumir num único parágrafo ou escreveria um livro de post em post se fosse contar em detalhes! Todas essas são outras histórias. Em julho de 2007, estava no terceiro ano de faculdade e eram aquelas férias de inverno um tanto aborrecidas. Com pouco mais de um aninho a...

O Último Baile do Império

Como essa história aconteceu? — II Não leu a primeira parte? Clique aqui: Parte I Quando passamos sob a ponte Rio-Niterói o luminoso sol daquela manhã de um perdido dia de março, talvez abril de 2001, jogava sobre a água salgada cinzenta do mar sereno pingos esfuziantes de luz. O céu estava um azul muito claro e com olhos curiosos, vi ficar para trás o portentoso castelo que me acendeu a curiosidade, mas, empolgada que estava por estar a caminho da Ilha de Paquetá, logo esqueci dele... Passamos diante da Ilha do Governador e me disseram que ali fica o retiro de veraneio dos Governadores do Rio de Janeiro. Não sei se é verdade. Quando pus os pés na pequena Ilha que se espalha em uns poucos quilômetros quadrados, vi longe a casa cor-de-rosa onde foi gravado o filme “A Moreninha” e, aproximando-me era como se eu visse naqueles jardins a festa de Santa’na onde os amigos de Augusto, Fabrício e Leopoldo o levaram ao seu destino: escrever o livro da história de sua derrota. Era como se eu vis...

O Último Baile do Império

Como foi que essa história aconteceu? — I Quando começou minha história de tamanha afetividade com a literatura? Impossível, ou extenso, ou longínquo mensurar. Eu ainda devia estar aninhada nos genes de minha mãe, lá pela segunda metade dos anos 60 quando o pai dela incutia nela, em minhas tias e tio o gosto por leitura, por conhecimento... Mas vindo daí, pulando mesmo o importante momento da infância, darei um grande salto por tudo que acontece entre este espaço de tempo e onde começa a história que deu origem ao meu primeiro romance (finalmente concluído). Período que tem muitas e longas e novelescas histórias que são, muitos desacreditam, fatos reais. Como sempre me perguntem de onde veio a ideia... Aqui começo a contar como se deu em minha mente e alma o prenúncio de O Último Baile do Império. Contarei em partes para não enfastiar vocês, leitores. Essa história começou muitíssimo antes de eu vir espantosamente viver na casa que viveram por muitas décadas meus bisavós e minha tia-a...

Apanhado

Conversando com meus botões, como diz minha mãe, organizando mentalmente os meus progressos de escritora-que-publicou-seu-primeiro-livro cheguei a algumas conclusões e só me dei conta que estava fazendo isso - mensurando minha jornada e das boas realizações dessa jornada principalmente ao reencontro de hoje a tarde. O reencontro com uma leitora que também é uma parente, que um acaso funebre trouxe até mim. Conheci a prima Beth num velório - e isso me soa tão Erico! Conheço-a bem pouco, mas o suficiente para enxergar em seus olhos doces uma alma introspectiva e instigada, que combina comigo. Não é que parece que sempre a conheci? Se ela ler isso vai achar exagero, rsrs.. Bem, vamos ao porque disso... Não podia dizer que O Último Baile do Império tivera um lançamento oficial, um lançamento físico. Nada concreto, além do entusiasmado lançamento virtual entre as amigas, colegas, antigas leitoras que me incentivaram a der esse passo importante que nunca me arrependerei. A oportunidade não...

Expressando...

--> Arte escrita e plástica! --> Imaginei uma cena. Muito romântica e que acontecesse em uma noite agradável no longínquo ano de 1889. Imaginei-a vendo por detrás dos olhos de Angelina de Aragão, minha primeira protagonista. Uma Sinhazinha ingênua que desconhece a grande força que possui em suportar fatos demasiados terríveis. A cena acontece quando ela pisa pela primeira vez os jardins da morada de Augusto, o homem que sempre a amou, sem que ela soubesse. ...e descrevi essa cena assim, conforme o espectro da inspiração me ordenava: “Via o céu, que lhe enchia os olhos e a alma de contemplação. Para além da balaustrada, o mar: calmo, sereno e cheiroso parecia repousar. Achava o mar muito aromático e agradável, gostava de, por vezes, em fins de tarde, molhar os pés na água salgada. Desejava, mesmo, era banhar-se de corpo inteiro, mas não poderia ousar tanto. Muito longe, agora naquele momento além do mar que ali se estendia por uma baía, a capital...