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Mostrando postagens com o rótulo Filmes

Irmão Sol, Irmã Lua

Tudo nesse vídeo é lindo, é poético, é perfeito... "Vem Francisco! Reconstrói minha Igreja!" Tudo se encaixa, tudo se resolve, todo sorriso é possível, nenhum ventre mais roncaria de fome, ou qualquer carne sofreria qualquer chaga... Se as pessoas se permitissem, só por um momento considerar... Se as pessoas considerassem, só por um minuto contemplar e refletir... e admitir que em favor do próximo, é fácil abrir mão. Se elas só por um dia ousassem imaginar: E se... Venham Franciscos... Reconstruam... A... Minha... Igreja... Venham... e notem, se na matéria nada se toca, no espírito, que é energia, tudo está ligado. O que plantamos isso mesmo ceifaremos. O que plantamos isso mesmo os demais ceifarão, ainda que não o queriam. Se alguém apenas pudesse olhar nos olhos do Sol e da Lua e compreender, compreender... Que é melhor compreender, que ser compreendido. Um dia aprenderei. Um dia... Você muda, se transforma. Os anos vão desencl...

As Luzes da Cidade - Charlie Chaplin

Desde que, em um dia de sol, meu pai me narrou a linda história desse filme que ele assistira há muitos anos, eu sempre tive curiosidade de assisti-lo. Não sabia, porém, o nome. Encontrei ontem, por acaso, num site que tinha uma lista dos 10 filmes mais românticos já filmados. Imagina o que é uma história que tenha o dom de te fazer rir, suspirar, filosoficamente refletir e até, para os mais emotivos, chorar? Pois então! Assisti ontem uma verdadeira obra prima, últimos suspiros do cinema mudo, As Luzes da Cidade . Impressionada fiquei  em como um filme de muitas décadas antes de eu nascer, pode embalar dessa forma meu coração em plena era digital e de tecnologias 3D! Talvez por não ter uma das vistas eu compreenda o significado profundo desse filme. Talvez eu nunca saiba o que é ver um filme 3D. Chaplin encarna um homem que embora nos pareça pueril, é emotivo, gentil e leal. Em mesmo tempo para quem tem a capacidade de captar os detalhes, percebe em suas graças o ...

Jane Eyre

Esse é um romance inglês, da autora Charlotte Brontë. *-* Eu (infelizmente) ainda não li. Mas, estou pensando seriamente em especular na biblioteca se tem ele por lá. Eu assisti a versão de 1996 quando tinha uns 18 anos e me quedei fatalmente encantada pelos antigos romances ingleses. Tenho certeza que o livro deve ser ainda melhor! Pois, é sempre assim, não é? Depois viriam os outros, como Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade, Amor e Inocência os quais eu pretendo falar a vocês futuramente. Ah, sim! Teve também O Morro dos Ventos Uivantes, da Emily Brontë, a propósito, irmã da autora do livro que falo hoje, (Que máximo, três irmãs escritoras! Sabiam que já sonhei com isso? Somos em três irmãs. Sou a mais velha, minha irmã do meio Emmanuela também gosta de escrever e a mais jovem, Barbara, adora escrever poesias. Elas dizem que eu as incentivei. Vocês não imaginam que orgulho sinto disso. Mas, a verdade é que tudo começou com a minha mãezinha querida. Mas, deixem isso para...