Sempre comento que se eu vivesse duzentos anos, não seria ainda suficiente para fazer tudo que deseja minha sede de vida e experimentações. Porque é tão vasta cada uma das formas de se expressar, existem tantas artes e tanto na natureza por descobrir. Para não mencionar o universo que está dentro de nós — terra desconhecida, em contrário do que se pensa. Uma alma do ‘complexo’, do transdisciplinar sofre. Existem, pelo menos, meia dúzia de cursos superiores que eu gostaria de fazer. Gosto tanto de História, de Idiomas, da estupidificante máquina que é o corpo humano e o funcionamento dos mecanismos físico-biológicos; expressar-se com palavras, música (sou uma gralha, nem penso em tentar), tintas (aí eu arrisco), dança... que, como eu disse, nem se o dia tivesse 60 horas ou fossemos afortunados como Matusaléns, seria suficiente para matar minha sede de abraçar o mundo e o conhecimento natural e humano com meus reles braços de mortal. Entro na Biblioteca Pública do Paraná (a maioria pode ...
Literatura e Outras Artes. Oficinas Literárias em Vivências Práticas