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Poesia

DIA DE MAIO Você sabia que coração também transpira? Pois, sim! E o meu transpira alegria. Sinto o amor de meu Deus acordando meu coração. E eu posso ouvir Sua melodia. E eu estou tão apaixonada por tudo que eu vejo. Ouça a música que meu Pai entoa, que alegria! Na tarde nublada, ensolarava em meu coração aqueles momentos tão belos, tão palpáveis, momentos que a gente vive que são uns momentos de pura arte! Tanto que naqueles momentos esqueci de analisar a saudade que depois me deixariam e me faria versar. As folhas, conforme contei a doce amiga minha, atapetavam úmidas o chão das calçadas, das ruas estreitas, levadas pelo vento denunciavam o outono. Vento perfumoso dum dia chovido... O lindo outono que fazia fundo para a vida que mansa e como sempre, sempre discorre no Planalto de Curitiba. Nas mansões tão elegantes os bosques de araucárias e eucaliptos perfumavam o ar gelado do dia. As flores caídas por toda a parte toda a parte enchiam tudo de belez...

Poesia -- Raquel De Vestido Vermelho

Postado originalmente em: Facebook                                                     Raquel De Vestido Vermelho Talvez eu seja uma joaninha, a Sarah disse morango maçã, até uma cerejinha a mamãe concorda... Mas sabe mesmo o que eu sou? ah, o que eu sou? O amor da minha irmãzinha!   É a primeira vez que uso um vestido e fiquei assim pimpolha, no colo da mana       quentinha;    fiquei muito Piúla, isso sim! Fiquei: cheia de cor uma flor um amor não, uma rosa amorosa, vermelha como o amor alva, pura... dengosa doce como uma cordeirinha! Aline N. T. -- 14h20min - 17.05.2012

O que você tem a fazer?

O que o Criador gostaria que você, meu amigo, minha amiga, fizesse num dia de domingo? Beba os dias, um a um, como quem come o "pão nosso de cada dia" que o Senhor nos tem concedido. Seja Feliz! Faça os outros FELIZEEEESSSSSSSSS............. Certamente, o domingo que eu tive hoje foi inesquecível. A Sarah pegou catapora na semana que se passou. Seus olhos estavam caidinhos. As pálpebras inferiores e superiores muito vermelhas, inchadas. Ela sempre terna e meiga, sempre tratável minha querida filhinha. Mas, ah, tão tristinha. Parte o coração de mãe! Imaginem o que é ter que usar luvas para cuidar de sua própria filha, por receio de passar o vírus malvado para a outra filha, que te parece tão indefesa? Eu sei, muitas mães passam por isso. Mas, sei também, para cada uma em particular é uma dor particular. Eu vivo as coisas muito intensamente. Geralmente não me desespero. A maioria das coisas não estão sob minhas forças, minha autoridade. Faço o que está ao meu...

Regresso! Às letras! Mas, nunca, de fato, as deixei!

   Típica moradia paranense. Imagem  original do site:  http://www.ciflorestas.com.br/conteudo.php?id=5123      Retorno à Casa Amada Bom dia!!! Eu pensei mil maneiras de retornar à casa amada, olhem, puxa vida, mas olhem por toda a parte, vejam os cantos e rebarburas por todo lado há teias de aranha! Vejam em minhas suaves mãos: vassoura, espanador e muita disposição melhor ainda, inspiração! Oh! Que bom, mas que bom! Tudo de importante está ainda aqui! O escudo invisível que os salteadores afastam, tudo guardou! Olhe a sala, os quartos, a cozinha, atelier de ideias, o jardim, ah, o jardim e... ah, até o banheiro, está tudo na mais bela e perfeita ordem. Qee saudade, ah, que saudades de usar e abusar de todos os cômodos da minha saudosa casinha.com Obrigada por vocês existirem, olhos desconhecidos, corações parecidos! Curiosas sentinelas silentes, falantes que sentiram a falta de mim! Vocês, leitores,...

Bordado em Patch Apliquê - Pintinho

Essa macacão eu bordei para a minha pintinha que vai nascer em breve. Que amor!

A Ferida Amorosa

Tinha sido sempre uma boa filha. Fora as normais mudanças de humor que a puberdade e a imaturidade causam na adolescência, ela nunca dera dera nenhum desgosto significativo para sua mãe. Ela amava tanto sua mãe, que naquelas épocas que ainda não tinha sua família, desejara falecer, num hipotético dia vindouro, antes dela, para não ter de padecer o sofrimento da sua ausência. Depois, bem depois, quando se tornou mãe, compreendeu que era uma dor muito maior perder um filho ou filha, e imaginou o que sua mãe sentiria, casso fosse assim, e, por isso, esqueceu esse temor tão comum na infância.  Sua mãe era bem doce, disponível, cheia de sabedorias as quais a filha apreendia bem, guardando-as no relicário de seu coração quais pérolas únicas, raras. O cheiro dela era tão delicioso, o modo que sorria tão cativante e o afeto que despertava tão imenso que o sonho dessa filha era morar ao lado de sua casa, no quintal quem sabe. O mais próxima possível. Tinha seu quarto, mas dormia mesmo no ca...

Uma Pérola

O céu brilhava azul, rútilo, lindo, a perfeição! Dentro de casa o calor era tanto que pareceu muito apetecível esticar sobre o mato verde o edredom... E espreguiçar a morosidade o mal estar a torpeza que a alta temperatura do verão causava na gestante avançada nos meses de sua espera. A filha adorou, havia sombra fresca sobre a caixa de areia havia uma brisa fresca do abençoado Sul a brincar nos galhos da jabuticabeira, nos galhos da amoreira (quem planta uma árvore amou os descendentes que não conheceria!) Anna Carolina refestelou-se e virando de cá e lá sorrindo pelas formas engraçadas que as nuvens branquinhas formavam no céu sorria no saborear do momento. Raquel brincava dentro de si! Feliz, pois se a mãe se sentia bem, ela também não sofria no espaço limitado. Anna Carolina virava-se de um lado a outro gostando da frescura que experimentava. A betoneira rugia, alto, talvez fosse incômoda para alguém! Para ela não. Não a impedia de ouvir a ca...