Fico a imaginar o Messias, sendo seguido por todos em sua entrada triunfal em Yerushalayim (Jerusalém)... Quantos o tocaram... Quantos, carentes de vida, carentes de amor, carentes do ETERNO PAI, o buscaram... Ele, em carne um só homem, mas em espírito o Criador de tudo que existe, aquele que, num perfeito plano de redenção, levaria sobre si todas as nossas transgressões, sendo buscado por todo aq uele povo. Naquele dia tão único para a história da humanidade. Tão misericordioso, amoroso, sem desprezar os desprezados pela sociedade: não teve nojo de pobres, prostitutas, cobradores de impostos ou leprosos... de deficientes físicos, estrangeiros, ou de mulheres doentes, como a que tinha uma constante hemorragia... não zombou de nenhuma dessas pessoas, ao contrário, tinha compaixão, permitia-se ser tocado, e de si fluía tanto amor... perdoava todos os que buscavam o perdão, abençoava todos os que tinham sede... Ele, tão perfeito, tão puro, um cordeiro verdadeiramente imaculado. E nós...