Pular para o conteúdo principal

Graciosa -- Capítulo VII


“A máscara, se lhe dermos tempo, passa a ser o próprio rosto”
Margueritte Yourcenar









VII

[Bom Tarde,


esse é um texto incluso na postagem, posteriormente à sua publicação original.

Retiro os capítulos anteriores de 'Graciosa' do Folhetim aqui no blog para daqui em breve publicar o romance completo, revisado em formato de livro (digital e tradicional), sem cortes, e com as adições que sempre ocorrem quando do desenrolar de uma trama. 
Agradeço àqueles que se aventuraram, tendo a paciência de acompanhar o desenvolvimento desse enredo junto de mim, observando de perto com que fios e traçados componho um romance.
Preferi manter as postagens para que estejam na História do blog e para manter os maravilhosos comentários desse leitores amigos, sempre leais.

O meu abraço a você que chegou aqui indicado por algo ou alguém e conto com sua paciência... ;)

Aline Negosseki Teixeira - 02.11.2013, 14h49min]





          


Continua...

Peço que desculpem o tempo sem atualizações, nem imaginam quanta coisa me aconteceu esse tempo...
Abç! ;)

Aline N. T. -- 15h15min

Comentários

  1. Acho que o Blogger tá de mal de mim!
    Desde ontem que tento postar meus comentários...

    Afilhadaaaaaaaa *-*
    Você não tem ideia de como é booom para mim ler mais um aguardado capítulo.
    Eu fui lendo aos pouquinhos e com o coração aos saltos, com medo de que o momento passasse logo e a leitura findasse.

    É bem assim mesmo. O bem querer falso só se faz presente na bonança, nos tempos difíceis é que a máscara literalmente cai. Precisar comprar uma dança com Amélia deve ter sido humilhante. Já sofro tanto por Fabrício (Ok, eu sei que ainda vou sofrer muiitoo mais), pois ser rejeitado é uma das sensação mais terríveis. Aliás eu fiquei de coração apertado pelos dois, Amélia e Fabrício muito me encantaram com a coragem demonstrada, cada um a sua maneira.

    Quanto a intervenção do Sr° Mascarenhas, tenho nem palavras... O quão covarde está sendo o Pai de Amélia. Bem que eu estava lendo com a pulga atrás da orelha, estava realmente "tudo muito fácil" se é que toda essa tensão possa ser chamada assim. Mas se ela o ama,como confessou, eu fico *um pouco mais* tranquila :)

    Por favor, por favor não suma, porque eu sofro!


    Beijinhos :*

    P.S:

    "— Está quase sorrindo... Amélia!
    — Estou? — ela sorriu abertamente, então.
    — É a visão de um paraíso para mim!
    O coração dela acelerou-se." (...)

    E o meu aqui? #para! kkkkkkkkkkk' *-*
    A cena da varanda ficou perfeitaaaaaa.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. esse pai dela é um "cavardu" como diria meu brother Marceli Murrinha hahahah

      Excluir
  2. Quando eu quase me convencia de que realmente nasci na época errada... Puf! O sonho acabou. Meus duendes do jardim! Que espécie de criatura é esse pai? Ou há algo oculto? Vou morrer de curiosidade!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Lindo, maravilhoso! Muuuuuuuuuiiiiiiiiiiito romântico!

    Beijos,
    Cristina

    ResponderExcluir
  3. sinto que vai rolar muita pressão nessa história nas próximas páginas heheehehe =]]]

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Por Falar em Disputa... enfim!

Dia desses eu escrevi um e-mail para alguém muito especial... Especial, não só porque ela gosta dos romances do Erico Verissimo, mas porque ela me apóia desde quase o comecinho - foi uma das primeiras a comprar O Último Baile do Império , quando eu tinha até receio de dizer a alguém "sou escritora". E, tendo gostado, disse que se tornaria minha leitora sempre e sempre. E eu vivo falando aqui sobre pessoas que me apóiam, blá e etc e, embora possa parecer repetitivo, só um autor em carne, coração e sangue, em início de carreira, talvez entenda porque é tão importante esse afeto, esse carinho dessas primeiras almas que creditam valor em nossa obra. Depois que ela leu pela segunda vez um romance de minha autoria, ficou ainda mais empolgada, queria ler a história anterior a essa... É uma série que estou escrevendo e resolvi começar a publicar no segundo semestre do ano passado. Mas coisas inefáveis me impediram. Não pensem que exagero. Inefáveis mesmo. =] Eu estou fala...

O Último Baile do Império

Como foi que essa história aconteceu? — I Quando começou minha história de tamanha afetividade com a literatura? Impossível, ou extenso, ou longínquo mensurar. Eu ainda devia estar aninhada nos genes de minha mãe, lá pela segunda metade dos anos 60 quando o pai dela incutia nela, em minhas tias e tio o gosto por leitura, por conhecimento... Mas vindo daí, pulando mesmo o importante momento da infância, darei um grande salto por tudo que acontece entre este espaço de tempo e onde começa a história que deu origem ao meu primeiro romance (finalmente concluído). Período que tem muitas e longas e novelescas histórias que são, muitos desacreditam, fatos reais. Como sempre me perguntem de onde veio a ideia... Aqui começo a contar como se deu em minha mente e alma o prenúncio de O Último Baile do Império. Contarei em partes para não enfastiar vocês, leitores. Essa história começou muitíssimo antes de eu vir espantosamente viver na casa que viveram por muitas décadas meus bisavós e minha tia-a...

Graciosa - Preâmbulo e Prólogo

Preâmbulo             Comecei a escrever esse romance quando estava gestando a Raquel. Em fins de 2011. Num gás de inspiração escrevi quase 50 páginas num período curto, talvez de uma semana.             Aconteciam-me coisas naqueles dias que, embora a inspiração continuasse, me fizeram parar de escrever. Prefiro contá-las em outra ocasião.             Agora a Raquel já nasceu, a Sarah está na escola, e eu com a velha inspiração a ponto de ferver, senti que já poderia voltar para ele, com todas as ideias que tem perambulado por minha mente.             Como ainda estou escrevendo não há muito que dizer nesse preâmbulo sobre sua constituição. Então, vejamos, talvez, eu escreva uma “nota final” quando concluí-lo.       ...