Não, não é como ilustraram. As vacas não ficam num pasto verdinho, com seus filhotinhos, dando-nos o leite de livre e espontânea vontade, como se deixa crer nos rótulos e propagandas. Olhem essa foto. Parecem túmulos! E é isso que é. Enterrados vivos, pois os bezerros que ficam semanas aí presos sairão daí para o abate. Isso é cruel! Sem nunca terem pulado, pastado, mamado nas mães, mugido felizes... :/ E as mães vacas, cônscias da existência dos filhos, choram desesperadas. Um filhote reconhece sua mãe entre outras cem, duzentas vacas... imagina a vaca, na dor saudosa de seu bebê,reconhece-o pelo cheiro a centenas de metros. Um cordeiro, é a mesma coisa, já vi com meus olhos, eles procuram as mães entre 400 outras ovelhas. Para nós parecem todas iguais, mas não são. Essas mães... Choram e lamentam a separação e a morte. Mas os humanos não se importam. Só porque pertencem a outra espécie! Sem esperança, sendo sugadas, com mastite aguda, com desilusão aguda pois o homem que deveria administrar com amor... apenas explora e cria círculos de dor e circos de horrores para si e para os seres indefesos. A maioria das mulheres que é mãe sabe a dor que uma mastite causa, a febre, a famosa e temida febre do leite, chega quase ao delírio. Eu já tive e isso foi um dos principais motivos que me comoveu. Me imaginei naquela situação dolorosa, onde o mínimo toque causava uma dor lancinante como fora mil facas gravando no seio, e pensei nisso acontecendo a vida toda, sempre, a cada parto atrás de outro... Como eu poderia continuar contribuindo para esse mercado vil sabendo disso tudo? Que vacas são inseminadas continuamente e nunca, jamais, poder criar um único filhinho! Como, mesmo assim, mães humanas ao saberem dessa situação dantesca, não se comovem? Continuam a achar o prazer do paladar acima dessa tamanha injustiça?

"Filas e filas de jaulas para bezerros numa unidade industrial com 16.000 vacas leiteiras, em Oregon, uma das muitas explorações leiteiras nos EUA.
Nas explorações leiteiras, há crias que nascem a cada dia. Muitas destas unidades usam este sistema de jaula. As crias roubadas às suas mães após o nascimento (prática normalizada na indústria dos lacticínios) estão alojadas em jaulas.
Essas crias, que não estão autorizados a beber o leite das suas progenitoras, são alimentadas com "substituto do leite" (outra prática da indústria dos lacticínios), enquanto o leite é canalizado para produtos que os seres humanos consomem.
Estes jovens seres, sub-produto da indústria dos lacticínios, são criados dentro destes espaços exíguos durante pouco tempo, são abatidos para venda da sua tenra carne."
Nas explorações leiteiras, há crias que nascem a cada dia. Muitas destas unidades usam este sistema de jaula. As crias roubadas às suas mães após o nascimento (prática normalizada na indústria dos lacticínios) estão alojadas em jaulas.
Essas crias, que não estão autorizados a beber o leite das suas progenitoras, são alimentadas com "substituto do leite" (outra prática da indústria dos lacticínios), enquanto o leite é canalizado para produtos que os seres humanos consomem.
Estes jovens seres, sub-produto da indústria dos lacticínios, são criados dentro destes espaços exíguos durante pouco tempo, são abatidos para venda da sua tenra carne."
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