Estou fazendo pão de milho com erva doce. Tomara que dê certo.
Preciso fazer uma ratificação, em respeito às maçãs argentinas: elas são DELICIOSAS!!!!!
Hoje falamos para um moço que não as compramos porque parecem isopor, rs, e ele nos desafiou. Deu nos uma maçã grátis para ver que quando ela é orgânica é deliciosa. Ele tinha razão... É dulcíssima, tenra (nem dura nem mole) e com um sabor próprio... Sem falar que a beleza dela é impressionante. Não é a toa que é sempre a escolhida para as adaptações do conto clássico A Branca de Neve.
Eu, por minha vez, quando vejo maçãs, tenho a imaginação remetida ao cântico de amor... É lindo!!!! Uma das mais lindas poesias que já li. A tradução mais fiel do hebraico é ainda mais linda, mantendo sua forma de poema. Outro dia transcreverei.
Sem falar que a maçã está entre as 10 frutas mais saudáveis e nutritivas que existem, ocupando os primeiro lugares nessa lista, é utilizada em tratamento contra cânceres e muitas outras doenças crônicas.
Não tem nada de fruta do pecado. As escrituras nem especificam o fruto do conhecimento do bem e do mal.... Ela tem, sim, conotação de "fruta da saúde"! ;)
Leiam e avaliem se não é lindo... Como a natureza é maravilhosa...
Cânticos 2
Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas.
Qual a MACIEIRA entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos;desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento;e o seu fruto é doce ao meu paladar.
Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.
Sustentai-me com passas, confortai-me com MAÇÃS, porque desfaleço de amor.
A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.
Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.
Esta é a voz do meu amado; ei-lo aí, que já vem saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.
O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.
O meu amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi;
Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.
A figueira já deu os seus figos verdes, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa.
Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.
O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.
Até que refresque o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu; faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes de Beter.
Cânticos 2:1-17

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