XXV
“A
bondade é uma linguagem que o surdo
consegue
ouvir e o cego consegue ler”
Mark Twain
[Boa Tarde,
esse é um texto incluso na postagem, posteriormente à sua publicação original.
Retiro os capítulos anteriores de 'Graciosa' do Folhetim aqui no blog para daqui em breve publicar o romance completo, revisado em formato de livro (digital e tradicional), sem cortes, e com as adições que sempre ocorrem quando do desenrolar de uma trama.
Agradeço àqueles que se aventuraram, tendo a paciência de acompanhar o desenvolvimento desse enredo junto de mim, observando de perto com que fios e traçados componho um romance.
Preferi manter as postagens para que estejam na História do blog e para manter os maravilhosos comentários desse leitores amigos, sempre leais.
O meu abraço a você que chegou aqui indicado por algo ou alguém e conto com sua paciência... ;)
Aline Negosseki Teixeira - 02.11.2013, 14h49min]
***
Continua...
Estevão faz uma oração em seu momento de solidão e aflição.
Eu me lembro agora do filme Minha Amada Imortal, recomendadíssimo. A história da vida de Beethoven. Eu jamais esqueço a cena em que ele corre e toca ao fundo Sonata ao Luar, esse é um momento narrativo tremendo. Eu jamais esqueço o modo que ele, atacado pela surdez, deita no instrumento e sente um inexplicável êxtase com a vibração do mesmo.
Estevão...
Nunca havia conhecido outra vida, embora sempre tenha enfrentado mudanças, as mudanças em si eram sua rotina.
Alguém duvidará do poder da oração de uma criança sincera? Talvez.
Eu não. ;) Já fui criança e tive muito medo. E minha oração foi respondida.
Algumas reviravoltas estão prenunciadas para breve.
Até mais,
Aline

"Havia a perambular pelas províncias um homem cujos olhos espelhavam os de Amélia com tanta virilidade que o faria ter ganas de não ter prometido na batalha do Tuiuti ao Senhor jamais assassinar outra vez."
ResponderExcluirAntes deste trecho achei que eram bebês chegando por aí... Mas agora já não sei o que pensar! Aline malvada, sempre confundindo minhas ideias, hahahaha. #Curiosa
Pobre Estevão! Eu sei que Amélia e Fabrício bem que mereceriam esse tempo juntinhos e longe do mundo, mas posso imaginar a confusão na cabeça da criança. Ir para uma casa estranha longe do seu porto seguro, sua mãe querida, não é coisa das mais fáceis. Eu já tinha 18 quando me aconteceu algo parecido e nem tenho palavras para descrever, imagina criança assim...
"Quando criança, Fabrício gostava de se aventurar, de experimentar, de dar ordens e de ousar. De querer parecer adulto e era comum ele se meter em encrencas por causa das brincadeiras nas quais se empenhava." Ounnnw! <333
Adorei conhecer um pouquinho mais sobre Estevão, peças para os quebra-cabeças vão sendo encaixadas. No entanto, esse post parece querer anunciar o fim da calmaria diante da nova tempestade no Mar. #Medo
Protesto Agora!
Quero Mais, Quero Mais, Quero Maaaaaais!
Trate de conversar ai com o rolo do tempo, precisamos de mais Graciosa.
Ótimo final de semana queria, repleto de momentos inspiradores ;D
:*
Concordo com a Ialy, trate de conversar aí com o rolo do tempo! Vou fazer como o Estevão, rezar ... para você ter mais tempo para escrever!! Inspiração e talento, sabemos que Deus já lhe concedeu!
ResponderExcluirLindo capítulo, doce e amoroso, Da.Esterlina já virou vovó de Estevão.
E instigante, reviravoltas já anunciadas!!
Beijos, querida! Bom domingo e ótima semana.
hahah *-*
ResponderExcluirMinhas queridas sempre presentes, já vou postar.
Essa semana vou tirar para responder muito comentários, então fiquem de olho! ;)
bjos