Essa é uma atividade que pode ser realizada a partir dos 3 anos e até os 7 ou 8 anos ainda é interessante.
O que muda é a abordagem, a contextualização, e pode ser utilizada para um ensino interdisciplinar, em diferentes disciplinas.
Com filhos, netos, sobrinhos, filhos queridos de amigos, alunos...
Qual criança não adora trabalhar com brocal, glitter, giz de cera?
Além de propiciar a concepção que as cantigas populares que lhes cantamos podem ser expressas de outro modo, o gráfico/escrito, o momento da atividade é prazeroso, lúdico, ultra criativo. Estimula a imaginação. Histórias começam a acontecer numa linda rua cravejada de pedras preciosas.
Lembro da Sarah, com 4 para 5 anos, tê-la feito com delicadeza, pegando as lantejoulas para colar, os pedacinhos de papeis colorido e laminados, como fossem verdadeira joias. Revestiu toda a rua de papel alumínio, sua bela rua "de prata". O que estava acontecendo? O desenvolvimento da atenção, e coordenação motora fina.
Para não falar na memória, pois a criança ainda sem saber ler, ela puxa da lembrança a canção, enquanto o mediador a estimula a cantar.
A afetividade também pode ser estimulada com uma conversa íntima: "Quem mora nessa rua? O que vocês (família) fazem juntos? Para quem você daria esse "trabalhinho"? "Você sabe o que é 'ladrilhar'? Para quem você enfeitaria uma rua com pedras preciosas, para que passasse? O que você acharia se alguém enfeitasse uma rua assim, para você?" E por aí vai.

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