"Escrevi uma história num fio,
poucos podiam ler tão miúdas letras,
o fio era infinito, tangível e oloroso,
o fio era todo meu e eu o permitia
a todo aquele que o quisesse.
O fio era gracioso, tão querido!
O fio a cortar o verdor do prado;
perfumoso prado, tranquilo, idílio...
Se estirava em poesia, prosas mansas,
a sustentar alvos lençóis ao sol,
bandeiras pacíficas a convidarem:
"Entra pra dentro, vem conversar,
vem lanchar, vem ouvir essa canção!"
A melodia do fio que estirei pra ti.
Aline N. T. -- 17h10min
Que primor de Poema!
ResponderExcluirAdorei Afilhada :*
=D <3 ;****
ExcluirNasceu para as letras essa Aline =]
ResponderExcluirOi Aline, é muito bom ler a delicadeza de teus escritos. Você merece sempre, meus APLAUSOS! saudades.
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