“Os covardes
morrem várias vezes antes da sua morte,
mas o homem corajoso experimenta a
morte apenas uma vez.”
William Shakespeare
VI
[Bom Tarde,
esse é um texto incluso na postagem, posteriormente à sua publicação original.
Retiro os capítulos anteriores de 'Graciosa' do Folhetim aqui no blog para daqui em breve publicar o romance completo, revisado em formato de livro (digital e tradicional), sem cortes, e com as adições que sempre ocorrem quando do desenrolar de uma trama.
Agradeço àqueles que se aventuraram, tendo a paciência de acompanhar o desenvolvimento desse enredo junto de mim, observando de perto com que fios e traçados componho um romance.
Preferi manter as postagens para que estejam na História do blog e para manter os maravilhosos comentários desse leitores amigos, sempre leais.
O meu abraço a você que chegou aqui indicado por algo ou alguém e conto com sua paciência... ;)
Aline Negosseki Teixeira - 02.11.2013, 14h49min]
***
Aline N T. -- 19h32min
*sem ar*
ResponderExcluirAfilhadaaaaaaaa, achei que não ia postar mais essa semana.Desde terça que entro aqui sem parar :$
Fui ao delírio ontem no final do expediente quando vi a atualização, hahahaha.
Que cartas TÃO lindaas! Superou minhas expectativas.(Ainda mais ao som de Il Divo)
"Se disser que me amas, preciso saber em que quantidade. Se tiver amor por mim,
não o aceito se não for grande, desses eternos, desses de inseparáveis.
Assegure-me que esse amor seja incondicional. Incondicional!
Suspeitas o que significa um amor incondicional?"
*suspiros incondicionais* hahahaha
O que é issooo? Amélia meu bem, case logo!
Agora vamos a parte que me levou as lágrimas, pobre Felipe! A cena da condecoração foi emocionante demaaaais e, se não fosse só isso o bastante,estou mortinha de aflição com essa agonia de Fabrício em não ser aceito para marido por Amélia.
Alinitcha, Amélia está sendo das suas personagens femininas com a qual mais estou me identificando.
O romance está a cada postagem mais lindo *-*
E você nem imagina o quanto me faz feliz cada vez que posta. Preciso dizer que estou MEGA ansiosa pelo próximo capítulo?
Beijoquinhas :*
Que dózinha de vc, MADRINHA! Ah, se eu pudesse, eu estaria aqui postando todos os dias. Ainda mais que depois chego aqui e vejo esse comentário tão entusiasmados aí eu quero escrever e escrever muito mais.
ExcluirVou adiantar: sobre a cena da condecoração ainda tem mais por aí. Vai esperando! :D E oun, que bom saber que está gostando dela, então saber que é uma das mais, é uma refrigério pois andava insegura se eu estava conseguindo de fato construir uma personalidade como uma 'Bela' para uma 'fera', porém ao estilo 'romantismo brasileiro'. Ontem a noite consegui escrever mais, depois de duas semanas! *-* Acho que a tristeza que me havia secado já não mais obstrui minha vontade de escrever. Se o neném não acordar vou postar daqui a pouquinho. beijinhos
Muito lindo, mas não foi essa história que entrou e permaneceu em minha mente hoje.
ResponderExcluirComo somos pequenos e tolos... seria a coisa mais natural do mundo darmos valor a tudo que temos, viver o presente apaixonadamente antes que o amanhã chegue e derrube nossos castelos... mas não somos capazes de deixar de lado nossa pequenez e viver como nos foi ordenado: faça sua parte e confie em deixar o restante Comigo. É preciso que algo terrível (nesse caso a guerra) chegue até nós para enxergarmos a mais simples das lições.
Repito: muito lindo!
Beijos, e obrigada por compartilhar essa joia em forma de palavras conosco!
Ah, eu que agradeço pela sensível leitura que se traduz em tão ricos comentários. Aliás, estou apaixonada por todos os comentários de vcs que me motivam e me alegram ainda mais o dia.
Excluir"Como somos pequenos e tolos... seria a coisa mais natural do mundo darmos valor a tudo que temos, viver o presente apaixonadamente antes que o amanhã chegue e derrube nossos castelos... mas não somos capazes de deixar de lado nossa pequenez e viver como nos foi ordenado: faça sua parte e confie em deixar o restante Comigo. É preciso que algo terrível (nesse caso a guerra) chegue até nós para enxergarmos a mais simples das lições."
Vc apanhou a essência de tudo, Cristina!
Como é platônico o amor nos romances, por muito tempo fui assim e amei algumas "amélias" tal qual o mocinho da estória. Magoeime muito e fico pensando o quanto não sofreram, na vida real, essas moças prometidas desde muito joves e casadas com verdugos. Como será que a cabeça desse cabra está depois dessa guerra pertubadora que lhe tirou um amigo. Realmente na guerra não há vencedores. A guerra é uma das piores coisas que a raça humana fez e faz contra tudo e todos e até mesmo contra si mesma.
ResponderExcluirEstamos aguardando o desenrolar dessa estória que já classifico como drama, vc já quase me arrancou lágrimas em 3 capítulos, se vc continuar tentando irá conseguir hahaahahh penso que Ialy está comendo a unhas no aguardo q vc poste logo outro capítulo hahahahahahahhaha
A verdade é que os poetas são atraídos por tipos idealizados feito Amélia. ;D E a mágoa nos ensina, até encontrarmos a metade que se ajustará em perfeição. Eu acredito nisso! =D
ExcluirEu, particularmente, suspeita, amo um romance emblemático, mas em meus percursos literários aprendi a respeito do incremento real. Eu não tenho a neura da verossimilhança qndo escrevo, pois a literatura é arte, e a boa arte é para expressar a perspectiva e sentimentos do artista, não é? Em meu mundo de tintas pasteis e belezas poéticas há espaço para tudo qnto me incomoda na realidade. Uma delas: a guerra.
Fica algo meio discrepante, meio Renoir misturado com Goya, mas é assim sai... hehe
AUN! Que coisa saber que quase arranquei lágrimas a um leitor. Não existe satisfação maior para o autor, achem-o "malvado" o quanto quiserem. O foco não é a tristeza, mas como na música, o provocar de sentimentos.
Que dó da Ialy, juro que tento ser organizada, e tento fazer o mais que posso, pois sei como são essas ansiedades, mas cada hora me acontece uma coisa por aqui que atrapalha (escrever e postar), mas ela sabe que meu pensamento sempre passeia por essa história, e talvez o atraso seja providencial, para alguma ideia que necessite surgir.