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Graciosa - Capítulo V


 “Se matamos uma pessoa somos assassinos.
Se matamos milhões de homens, celebram-nos como heróis.”
Chaplin

V







[Bom Tarde,


esse é um texto incluso na postagem, posteriormente à sua publicação original.

Retiro os capítulos anteriores de 'Graciosa' do Folhetim aqui no blog para daqui em breve publicar o romance completo, revisado em formato de livro (digital e tradicional), sem cortes, e com as adições que sempre ocorrem quando do desenrolar de uma trama. 
Agradeço àqueles que se aventuraram, tendo a paciência de acompanhar o desenvolvimento desse enredo junto de mim, observando de perto com que fios e traçados componho um romance.
Preferi manter as postagens para que estejam na História do blog e para manter os maravilhosos comentários desse leitores amigos, sempre leais.

O meu abraço a você que chegou aqui indicado por algo ou alguém e conto com sua paciência... ;)

Aline Negosseki Teixeira - 02.11.2013, 14h49min]








***
Continua...

Aline N. T. -- 20h25min



Comentários

  1. Uau :O
    Não poderia ir dormir hoje sem vir comentar! As palavras iam ficar martelando na minha cabeça até as escrever. E vou logo avisando,essa trilha fez toda a diferença... Sintonia total com o texto.

    “Eles que venham, por aqui não passam!”
    Moro pertíssimo de um quartel(o 7º Regimento Olinda) e uma placa ao lado de um canhão na entrada trás esta frase. Li a mesma durante toda a minha vida e apesar de sempre achar sensacional os dizeres, nunca pesquisei sobre o autor ou o momento no qual foi proferida, muito bom descobrir tudo isso aqui.

    Voltando ao romance, ADOREI muito o post de hoje porque permitiu conhecer Fabrício um pouco melhor *-* Como sempre as descrições estão perfeitas. Fiquei muito angustiada com Fabrício ferido e revivendo todos os momentos. Minha imaginação foi tão longe que mais parecia estar assistindo do que lendo.

    E como Amélia é decidida e corajosa! Morri de rir com a parte de que as viagens a Europa são realizadas com a finalidade de trazer bebês na volta, hahahahaha. E ela chamando ele de velho então? kkkkkkkk'
    Estou ansiosa agora para ver as respostas/cartas de Fabrício :)

    E agora...

    "Um certo Aidan de Henriques toma a frente, grita ordens. Todos obedecem."

    *olhos brilhando*

    Afilhada Linda, eu já disse que realmente adorei MUITO o post de hoje? *muitos,muitos,muitos suspiros* hahahahaha

    Poste novamente o mais depressa que puder Ok?
    Estou aqui de prontidão :D
    Tenha uma ótima semana.
    Beijinhos meu bem :*

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. *-*
      Ainda venho aqui tagarelar! Fugi pra vir postar! BJOS <3

      Excluir
    2. Venhaaaaa mesmo!
      ADORO ler os comentários dos comentários :P
      kkkkkkkkkkkkkkk'


      :*

      Excluir
  2. Eu gosto de relatos de guerra... apesar de serem um fato horrível e desprezível de nossa condição humana. Elas existem e não podemos fechar os olhos, então colocá-las sob a ótica do romance, podendo estender-se em algumas reflexões da condição humana é uma forma diferente de vê-las do que estatísticas de batalhas.

    Não sei porque... essa história de fitas, frivolidades e abolicionismo me cheira a pura mentira de essa senhorita Amélia, um tanto quanto despeitada pelas ausências do noivo.

    Beijos

    ResponderExcluir
  3. Mesmo com quase dez dias de atraso aqui estou eu te lendo outra vez. Que capítulo danado emmm????
    Você é um orgulho de escritora menina, é apenas a segunda vez que lhe leio mais vc está escrevendo um romance digno de Machado de Assis. Olha essa cap. foi simplismente sensacional, nota 10 pra vc. Esse capítulo e o início da história foram de cortar coração, como diria minha mãe lá no interior do estado...

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